A Roduno não vende software. Vende curadoria, acesso e confiança. Este documento mostra, com evidência do próprio site, onde essa promessa ainda não chega ao visitante, e o que a Piva.Studio propõe construir para resolver.
A Roduno é um marketplace de duas pontas. De um lado, quem tem uma dor de operação. Do outro, quem resolve. E o dinheiro entra pela segunda ponta: comissão recorrente enquanto o contrato do parceiro estiver vigente.
Transportadora, embarcador, frota própria e motorista. Chega com um problema específico: frete parado, custo de combustível, risco, documento, pátio.
A empresa parceira entra no Hub, é indicada pela Roduno e paga comissão durante toda a vigência do contrato. Renovou, continua pagando.
Roduno Alerta: a empresa cadastra o frete e o motorista certo recebe direto no WhatsApp. É o que já está rodando e gerando dado.
A curadoria. "Se não passa no nosso critério, não chega até você." Esse é o argumento que diferencia a Roduno de um portal de anúncios.
João, você disse que não viu nada de ruim. Está certo: o design é limpo, moderno e bem construído em tecnologia atual. O problema não é estética, é função. Auditamos as cinco páginas públicas, o código-fonte, o schema, o robots.txt e o contêiner de tags. Encontramos quatro problemas-mãe, e nenhum deles se resolve trocando cor de botão.
A home institucional e as páginas de frete são marcas diferentes: outro cabeçalho, outro rodapé, outra tipografia, outro telefone.
A página pública de estatísticas mostra zero em tudo, e os "fretes quentes agora" são de março.
Zero formulário no site institucional. Catorze links para o mesmo WhatsApp. Nenhuma base própria.
"Seja parceiro" está no menu, mas a página não existe. É a única receita recorrente do modelo.
Quem entra em roduno.com.br vê uma marca. Quem clica em "Conhecer solução" e cai em /fretes vê outra. Não é variação de página, é troca de identidade no meio da navegação.
A página roduno.com.br/estatisticas está no ar, linkada no rodapé, e é a primeira coisa que um cliente exigente abre para checar se o negócio tem volume. Ela responde zero.
Todo o esforço de visita termina no mesmo lugar: uma janela de WhatsApp. Se ninguém responder, o lead não existiu. Não fica registro, não fica base, não fica histórico.
A home tem zero formulário e zero campo de entrada. São 14 links apontando para o mesmo número de WhatsApp. Fora do horário comercial, o site não recolhe nada.
Existe Google Analytics 4 rodando pelo Gerenciador de Tags. Mas não há pixel da Meta, Google Ads, LinkedIn nem mapa de calor. Dá para saber quantos entraram; não dá para saber quantos viraram cliente, nem remarketing.
O endereço de contato está atrás do ofuscador do Cloudflare. Em leitor de tela, em pré-visualização de link e em qualquer contexto sem script, o texto que aparece é literalmente "[email protected]".
Não há fila, não há qualificação, não há distribuição por tipo de dor. O diagnóstico de 5 perguntas termina sem pedir um contato: a pessoa responde tudo e vai embora sem virar registro.
A receita recorrente da Roduno vem do parceiro que entra no Hub e paga comissão enquanto o contrato durar. É o coração do modelo. E é a página mais fraca do site inteiro, porque ela não existe.
Cada um deles, sozinho, é bobagem. Juntos, no site de uma empresa que se vende como curadora de confiança, eles contam outra história.
44 99129-9031 no rodapé da home, +55 44 92001-2310 nos dados estruturados e (44) 91017-678 no rodapé de /fretes, este último com oito dígitos.
O rodapé diz Av. Pedro Taques, Atrium Empresarial, 19º andar. Os dados estruturados dizem Av. Adv. Horácio Raccanello Filho, 5145, sala 604. O Google lê os dois.
A home convida: "6 perguntas rápidas". A página de diagnóstico abre com "Pergunta 1 de 5". A primeira coisa que o site faz é não cumprir o que disse.
Os quatro selos de parceiro estão em cinza tão claro que quase não se lê, sem um case, sem um depoimento e sem dizer o que cada relação significa.
"O motorista nunca está sozinho", "gente que roda do seu lado". E não há uma única foto de gente, de caminhão, de pátio ou de tela do produto no site inteiro.
O robots.txt bloqueia GPTBot, ClaudeBot, Google-Extended e o robô da Meta. Quando um transportador pergunta a uma IA qual solução usar, a Roduno não pode ser citada.
Não é refazer o desenho. É reorganizar o site em torno das três pessoas que batem na porta da Roduno, e fazer cada uma delas deixar um registro antes de sair.
Transportadora, embarcador e frota. Entram pelo Hub, escolhem a frente que mais pesa e saem com uma solução indicada, não com um formulário genérico.
Motorista e autônomo. Entram pelo Alerta, montam o filtro e passam a receber no WhatsApp. Mesma marca, mesmo cabeçalho, mesma tipografia da casa.
A empresa parceira. Ganha a página que hoje não existe: critério, comissão, alcance, quem já está dentro e candidatura formal.
Site completo reconstruído, com identidade unificada, captura em todas as pontas e instrumentação que permite medir e anunciar. Doze frentes, uma entrega.
Sem sumiço e sem caixa-preta. A cada duas semanas tem entrega visível e aprovação do seu lado antes de seguir.
Sem taxa de setup · O site novo entra nos primeiros 45 dias, dentro da mensalidade
Um site de hub não termina no dia da publicação. Cada solução nova que entra no Hub precisa de página, texto e prova. A mensalidade cobre essa evolução em vez de virar um orçamento novo a cada vez.
O produto existe, o modelo fecha e a promessa é boa. O que falta é uma vitrine que prove tudo isso em trinta segundos, e que não deixe ninguém ir embora sem deixar o nome.
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